12/03/2020 12:07
Escolha o modelo de bicicleta indicado para sua altura
Praticar atividade física, optar por um novo modal de transporte, sair da rotina. Muitos são os motivos para a adoção da bicicleta em nosso dia a dia.

O Sobre Rodas vai mostrar um ponto fundamental para quem quer começar a dar as primeiras pedaladas: a altura ideal da bicicleta. Isso pode evitar o aparecimento de dores, lesões e outros problemas de saúde. Mas,além disso, pode trazer benefícios quanto a melhora no desempenho do ciclista durante a pedalada. Por isso, é importante escolher o modelo certo, que se adapte ao seu corpo.


Uma forma interessante para saber o tamanho do quadro (base central em que as rodas e os demais componentes são montados) ideal para a sua bicicleta é medir a altura do cavalo (medida total da perna). Pode parecer um pouco estranho, mas a medição é bem simples.

Basta ficar descalço e de costas para uma parede com os pés um pouco afastados. Depois, faça uma marca com lápis na altura máxima que conseguir chegar entre as suas pernas, bem próximo à virilha. A distância entre o risco e o chão é a medida do seu cavalo (CV). Certo!?

O próximo passo é saber o tamanho do quadro ideal de uma “speed”. Pra isso, multiplique o número da medida do seu cavalo por 0,65 (Fórmula: CV x 0,65 = tamanho ideal da “speed”). Acompanhe o exemplo: para uma pessoa com 80 cm de CV, o quadro ideal de uma bike de estrada será de 52 cm.

Agora para quem utiliza mountain bike (MTB), é só seguir a fórmula a seguir: CV/2,54 - 14. utilizando a mesma medida do exemplo acima de 80 cm. Com isso, o quadro ideal é o de 17 polegadas (80/2,54 = 31,4 - 14 = 17,4).

Depois de encontrar a altura ideal, agora é só escolher a cor e estilo que mais têm a ver com sua personalidade. Sabe como é, né!? A questão do tamanho da bike é igual comprar roupa, existem tamanhos adequados para cada tipo de corpo. O Sobre Rodas espera ter te ajudado com essa escolha inicial. Boa pedalada!!

Essas e outras dicas você acompanha no quadro Sobre Rodas, toda quinta-feira, no jornal Ceará no Ar, a partir das 6h 30, na TV Cidade I Record Fortaleza I Canal 8.1.

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25/02/2020 08:26
Dicas para economizar combustível
Em tempos de alta nos combustíveis, quem consegue economizar é rei. No dia 19 de fevereiro, o consumidor se deparou com um aumento da Petrobras. Então, vamos economizar!

Em tempos de alta nos combustíveis, quem consegue economizar é rei. No dia 19 de fevereiro, o consumidor se deparou com um aumento. A Petrobras elevou o preço médio da gasolina em suas refinarias em 3%, no que foi o primeiro aumento do combustível neste ano após quatro cortes em 2020. Então, o que nos resta é encontrar diversas possibilidades para que esse líquido tão precioso dure o máximo que puder. Confira algumas dicas que o Sobre Rodas preparou!


1. Pneus calibrados

Pode até não parecer, mas os pneus influenciam e muito no rendimento do carro. Quando estão mal calibrados, o motor  trabalha mais para fazer o carro rodar e, com isso, eleva o consumo do combustível. A calibragem correta para render uma economia de 1,5% a 3% no consumo. O conselho é consultar o manual do veículo.

2. Carro leve

Dentro do carro, somente o necessário — retire malas, livros, brinquedos de crianças, entre outros objetos. Isso, na soma geral, ocasiona excesso de peso no veículo e um esforço maior do motor e claro, aumento no consumo.

3. Velocidade

Se o seu objetivo é gastar menos, não corra! Procure não andar apressado, saia sempre com antecedência. Isso pode ajudá-lo. Se a velocidade máxima de uma rodovia é 100 km/h, ande a 80 km/h. É uma pequena diferença que no final pode sim diminuir o consumo.

4. Aerodinâmica

Dirigir o carro de vidros abertos, além de perigoso (inseguro) na maioria das cidades, cria um atrito aerodinâmico que gera aumento no consumo de combustível. Com as janelas abertas, a superfície deixa de ser lisa e o contato com o ar aumenta, forçando o motor do carro a trabalhar um pouco mais e, por consequência, gastar mais gasolina ou etanol.

5. Evite andar com pouco combustível

Mantenha o tanque de seu carro sob controle. Ao mesmo passo que evitará “ficar no prego” também não o obrigará a abastecer em qualquer posto que encontrar no caminho, e que você desconheça a qualidade do combustível. Então só abasteça em locais de sua confiança. Quanto menos combustível tiver dentro do tanque, mais evaporação ocorrerá.

6. Alinhamento

Um alinhamento “OK” também colabora com a economia de combustível. Quando as rodas não estão alinhadas arrastam-se gerando mais trabalho ao motor e, com isso, mais gasto de gasolina ou etanol. Além disso, um desgaste maior dos pneus vai diminuindo a vida útil desses itens.

7. Ar condicionado

Em cidades como Fortaleza onde as temperaturas são quase sempre elevadas quem não prefere circular em um veículo com ar condicionado? Porém, o ideal é que você se mantenha no friozinho, com o carro a uma velocidade média de 60 km/h. Velocidades abaixo dessa, consumirão combustível em excesso. Isso porque o trânsito engarrafado força o carro a gastar mais.

Como você viu há muitas formas de economizar combustível e colocando em prática todas ou até mesmo algumas é sim possível ter uma diminuição nos gastos com um produto que aumenta e muito o orçamento dos proprietários de veículos. Até a próxima!


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10/02/2020 10:12
Tudo sobre as placas Mercosul no Ceará
Desde segunda-feira, 3, início da obrigatoriedade em alguns casos, a mudança no Estado já registrou mais de 535 implantações.


placa Mercosul é a placa de identificação dos veículos, mas é conhecida pelo padrão Mercosul, já que segue o mesmo modelo para todos os países que fazem parte do bloco econômico. Entre eles, estão Argentina, Uruguai e Brasil.

Calma! O Sobre Rodas simplifica. Isso quer dizer que as PIV (Placa de Identificação Veicular) de todos os países do bloco serão as mesmas, seguindo o mesmo padrão e diferenciando-se pela nacionalidade.

A determinação pelo formato da nova placa foi realizada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão vinculado ao Governo Federal. Desde 2018, alguns estados seguem implantando a mudança aos poucos.

Novidade no Ceará

Essa novidade passou a valer no Ceará, desde a última segunda-feira, 3, data limite para que o Estado aderisse ao formato. Em poucos dias, mais de 535 veículos já receberam a placa Mercosul nos postos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). 

No Detran, o proprietário deverá registrar, vistoriar e pagar as taxas de mudança de placa. As placas Mercosul são instaladas em estampadoras credenciadas em editais e não no Detran, hein.

Mas você sabe em quais casos ela é obrigatória? A questão está gerando muitas dúvidas nos condutores. Saiba que o novo modelo será obrigatório apenas nos casos abaixo:

• Primeiro emplacamento;
• Placa antiga, no caso de mudança de município ou unidade federativa;
• Ocorrência de roubo, furto, dano ou extravio da placa;
• Quando há troca de categoria;
• Casos com necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Posso trocar a placa voluntariamente?

Pode. Quem quiser pode realizar a mudança de forma espontânea. No entanto, quem não optar pela nova placa, pode continuar com a atual placa cinza até o fim da vida útil do veículo.

Mudanças

Os sete dígitos na placa permanecem. Porém, com quatro letras e três algarismos.  Outro ponto é que a sequência não será de letras e números seguidos. Ficará intercalada: LLL NLNN – sendo L para letra e N para número. 

Visualmente, a nova placa gera surpresa. O aspecto é bem diferente apenas o tamanho é o mesmo. A tarja preta com o nome da cidade dá lugar a uma faixa azul com o nome e bandeira do país. As cores da combinação alfanumérica mudam de acordo com a função do veículo, mas o fundo é sempre branco.

A tecnóloga chega com um QR code, com o qual será possível descobrir todas as informações sobre o veículo.

E aí, ficou alguma dúvida? Caso algum ponto não tenha ficado claro, o Sobre Rodas aconselha que você procure o www.detran.ce.gov.br/ para mais esclarecimentos.

Ah, não esquece de acompanhar outras novidades em nosso perfil no Instagram @sobrerodas_ce. Valeu!!

 

 

 

 

28/01/2020 12:41
A história do Fusca no mundo e no Brasil
Descubra a relação entre o Fusca e a Segunda Guerra Mundial

Você sabia que a mesma mente cruel que comandou o holocausto judeu, provocou a Segunda Guerra Mundial e levou a Alemanha à ruína foi essencial para a criação do carro mais simpático e vendido no mundo?

Isso mesmo. Embora jamais tenha aprendido a dirigir, Adolf Hitler, político alemão que serviu como líder do Partido Nazista, era fã de automóveis e encomendou o desenvolvimento de um “carro do povo” — volkswagen, em alemão — que acabou caindo nas mãos de Ferdinand Porsche, em 1932. Já pensou que se não fosse Hitler você não teria assistido o clássico das telas “Se meu fusca falasse” e jamais teria escutado a música “Fuscão preto”!

Porsche acreditava que um automóvel para ser popular deveria ser leve e transportar até cinco pessoas, além de alcançar e manter velocidades de até 100 km/h. O primeiro protótipo do Fusca foi concluído em 1936, com design baseado no Typ 12, modelo de automóvel projetado pelo engenheiro em 1931.

No ano de 1938, o Fusca começou a ser produzido apenas para atender ao mercado alemão e foi vendido de forma concentrada para a elite do país no período da Segunda Guerra Mundial. Com o fim da guerra, em 1945, a frente de ocupação britânica assumiu a fábrica que foi reconstruída e voltou a produzir o Fusca que passou a se chamar Volkswagen Sedan. Ao todo, 20 mil unidades do carro foram fabricadas, com o objetivo de retomar o desenvolvimento da economia alemã após a guerra.

Outros países conheceram o Fusca a partir de 1947, ano em que o modelo foi exportado para Holanda, Bélgica, Suíça e Dinamarca. Dois anos depois, foi a vez do carro ser lançado nos Estados Unidos, onde a economia efervescia no período pós-guerra e alavancou as vendas. A incrível marca de um milhão de carros produzidos, foi alcançada em 1955. 

Desde 1849 presente nas Américas, o Fusca se tornou um sucesso de vendas nos países latinos, principalmente pelo fato de seu valor popular e acessível. Em 1973, foi inaugurada no México, uma fábrica na cidade de Puebla e, um terço das vendas de automóveis no país, eram de Fuscas. 

Fusca no Brasil

Os brasileiros conheceram de perto o Fusca em 1953, com fabricação nacional a partir de 1959 na cidade de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. No Brasil, a produção do automóvel foi interrompida em 1986 e retomada em 1993, a pedido do então Presidente da República Itamar Franco.   

O final definitivo do Volkswagen Fusca no Brasil ocorreu em 28 de junho de 1996, quando saiu oficialmente de linha. Para coroar o momento, ganhou uma série limitada batizada de “Ouro”, com 1.500 unidades. Duas releituras modernas ainda acompanharam o Volkswagen. Em 1998, a marca apresentou o New Beetle, que tinha a mesma plataforma e motores de Golf e Bora. A produção durou até 2010.

A segunda geração moderna foi apresentada em 2011, já como modelo 2012, com o novo Beetle. O carro apresentava um motor turbo 2.0 de até 211 cv e um câmbio automatizado de seis marchas.

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